A NFe 4.0 foi prorrogada para 06/06/2018

Prorrogada a data de início do Ambiente de Produção da NF-e 4.0 para 06/06/2018, porém a versão 3.10 continuará até o prazo de sua desativação em 02/04/2018.

Mais informações em: https://goo.gl/uEMR57

Prazo Médio de Venda (PMV)

O prazo médio de venda ou PMV indica o numero de dias dado em média de prazo para pagamento de um faturamento. Quanto menor for o prazo, melhor para a empresa, pois isso contribuirá para a entrada de recursos mais rapidamente, evitando assim a necessidade de capital de giro de caixa.

A cessão de crédito para os seus clientes através de parcelamento é uma ótima maneira de elevar o seu faturamento, porem esse indicado de PMV deve ser sempre analisado, para se saber se o número de dias para recebimento tem aumentando muito. É evidente que oferecer prazos de pagamento maiores facilita as vendas, mas em contra partida, causa problemas para o fluxo de caixa e para a gestão de risco de crédito.

Recomenda-se sempre observar outros indicadores juntos com o PMV, tais como inadimplência e o prazo médio de compra (PMC).

Mudanças emissão de NFe – Versão 4.0

A cada dois anos em média ocorre um lote de grandes mudanças na Nfe. Atualmente estamos no layout 3.10, e ele irá mudar para o layout 4.0, complementando a NT 2016.1.20.

Esse novo layout começa a entrar em produção em 02/10/2017, e gostaria de compartilhar algumas informações mais importantes para que você já fique preparado para essas modificações. Algumas dessas modificações são internas e não serão perceptíveis, outras são de ordem tecnológicas e outras são para aumentar ainda mais o nível de controle da receita. Neste resumo, irei listar as modificações que você deve se atentar:

– Emissão de Nfe não irá mais funcionar em XP, Windows Server 2003 e Windows Server 2008 (R1)
Se você ainda usa algumas dessas versões do Windows será necessário providenciar a evolução desses equipamentos. A troca se faz necessária pois o mecanismo de segurança na nova versão não irá funcionar mais em ambiente antigos.

– Controle dos meios de pagamento (faturas/duplicatas)
Será aumentando o nível de controle nesse item da Nfe. Será obrigatório informar a forma correta que o cliente irá pagar, em especial os casos de recebimento por cartão de crédito, aonde deverá ser informada a bandeira e o número da autorização do cartão.

-FCP – fundo combate a pobreza
Adicionado um novo grupo que trata o FCP. Você deve ser atentar a esse campo para vendas fora do estado e quando o estado de destino exigir o FCP. Se a sua empresa realiza venda para fora do estado será fundamental você ter uma conversa com seu contador para se informar sobre isso.

-DIFAL – partilha do ICMS
O DIFAL trata do ICMS quando venda fora do estado, não presencial, em especial para consumidor final. Se você realiza esse tipo de operação, também é fundamental que você tenha uma conversa com seu contador para se informar sobre essa operação.

-NCM e CEST
Observe se você tem informado corretamente esses dois itens, pois o nível de controle da receita nesse item aumentou. A receita tem feito comparativos entre NCMs de compra e os seus NCMs de venda. Vários NCMs foram cancelados e outros novos apareceram. Em caso de revenda, sempre verifique o NCMs que seu fornecedor tem usado, e em caso de indústria é interessante fazer a devida pesquisar para se obter o NCM correto do seu produto.

-Validação do peso bruto e liquido
Será validado o valor informado no peso bruto e peso liquido quando a nota tiver frete (diferente de 9-sem frete).

-Nota de devolução
Para empresas do simples nacional, quando for feita nota de devolução deverá ser preenchido o campos base, alíquota e valor do ICMS e do IPI nos campos específicos, ou seja, destacados na nota e não mais em dados adicionais.

Outras informações deveremos passar mais a frente.

Como mencionado, a receita tem aumentado gradativamente o seu nível de controle, fazendo inclusive vários cruzamento de dados entre suas compras, vendas e movimentações bancárias. Assim é muito importante que a gestão da empresa se preocupe com essas questões fiscais. Lembre-se que mesmo que uma nota seja autorizada não quer dizer necessariamente que ela esteja correta.

Nosso trabalho sempre será que as funcionalidades técnicas estejam de acordo com o layout exigido e nosso know-how pode ajudar em muito na questões tributárias, mas é sempre necessário você conversar com seu contador, pois para cada empresa existem particularidades que devem ser conversadas a fim de que não seja emitido documento com informações imprecisas.

Utilizando código CEST nos produtos da sua Nota Fiscal.

 

O que é CEST?

CEST é uma sigla que significa “Código Especificador da Substituição Tributária”. Criado para estabelecer uma sistemática de uniformização e identificação das mercadorias e bens que são passíveis de Substituição Tributária e antecipação de ICMS. Ele é usado em Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) conforme o Convênio ICMS 92, de 20 de agosto de 2015.

 

Quando devo usar?

Se você emitir NF-e ou NFC-e e algum dos itens comercializados estiver descrito na tabela do convênio ICMS 92/15 então você precisa usar o CEST para este item – mesmo que a operação não seja de venda ou até mesmo se o seu estado não participa da substituição tributária.

 

Quando entra em vigor?

A efetivação do código CEST já foi adiada algumas vezes, e hoje, conforme o convênio do ICMS 60/2017 a obrigatoriedade passará entrar em vigor de acordo com a tabela a baixo para os respectivos comércios:

01/07/2017 01/10/2017 01/04/2018
Para a indústria e o importador Para o atacadista Para os demais segmentos econômicos

 

Como devo usar no sistema?

1 – Para utilizar o código CEST no sistema, primeiramente acesse o cadastro do produto em Cadastros Gerais>Produtos>Produto.

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Dicas importantes ao gerar boleto pelo sistema

Listaremos neste posts algumas boas práticas na hora de gerar o boleto pelo sistema para que, futuramente, transtornos não ocorram para sua empresa.

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Analisando Demonstrativos Financeiros

Através das demonstrações financeiras (DF) é possível medir a capacidade de uma empresa de crescer e gerar lucro a partir de uma situação presente. É através das DFs que montamos um histórico financeiro que procuramos estabelecer uma projeção do fluxo de caixa e assim determinar o valor patrimonial e a liquidez dela. Essas ferramentas são  muito conhecidas entre as grandes empresas porem devem ser analisadas pelas pequenas e médias empresas também.

As Ferramentas de Análise:

  • Balanço Patrimonial: representa a fotografia dos bens e direitos e obrigações da empresa. É representada em três grupos: ativo, passivo e patrimônio líquido.
    • Ativo: são os recursos disponíveis, os investimentos em máquina e bens patrimoniais, dívidas e recursos a receber. São separados em dois grupos: circulante, não circulante.
    • Passivos: são os compromissos que a Cia. tem com terceiros, que podem ser os credores de dívida, impostos devidos, salário dos funcionários, possíveis perdas judiciais, vendas realizadas com a entrega futura do bem ou serviço. Também são separados em dois grupos: circulante, não circulante.
    • Patrimônio Líquido:  é formado pelo grupo de contas que registra o valor contábil pertencente aos acionistas ou quotistas. Entre elas o Capital Social, as reservas legais, e o lucro ou prejuízo acumulado no exercício.
  • Demonstração de Resultados (DRE): representa a formação dinâmica do resultado líquido em determinado período. É através da DRE que apuramos as receitas, os custos e despesas, e por final o lucro líquido do período. Cabe lembrar que a DRE é uma apuração contábil, ou seja, ela não representa a situação de caixa de uma companhia. Por exemplo, se uma venda é realizada a prazo, a venda (receita) é apurada em D+0, mas o ingresso do dinheiro no caixa somente acontecerá em um período futuro.
  • Fluxo de Caixa: é a representação das movimentações financeiras de uma companhia. Através do fluxo de caixa podemos entender as movimentações financeiras da companhia em suas principais atividades: operacionais; de investimento; de financiamento. O fluxo de caixa fornece informações preciosas sobre as origens e destino dos recursos financeiros da companhia. Desta forma analisamos se planejamento financeiro é adequado à realidade do momento, e se há riscos futuros de uma companhia não cumprir com seus deveres, ou seja, se tornar insolvente.

SiEmpresarial – Ferramentas e recursos desenvolvidos. 1º semestre de 2017.

  • Adicionado Informações de Equipamento do Cliente para empresas que prestam Manutenção.
  • Gerar Entrada parcial do Pedido de Compra.
  • Ajuste rápido de Estoque com devidas permissões.
  • Bloqueio de unificação de Pedidos de Venda de empresas diferentes.
  • Informar desconto para ser Rateado entre os produtos do Pedido de Venda.
  • Notificação Alerta sobre Valores Totais da nota Fiscal divergentes dos itens, antes da confirmação.
  • Documento de Entrada: Conversão de Unidades em Lote – Indicar novo Custo do Produto.

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SiOfi – Ferramentas e recursos desenvolvidos – 1º semestre de 2017.

  • Exigir cadastro completo Cliente. Parâmetro de Validação.
  • Ordem de Serviço:
    • Parâmetro de exigir Observação obrigatória na inclusão do produto.
    • Parâmetro de exigir Quilometragem do veículo.
    • Acessar rapidamente o cadastro do veículo pela O.S.
    • Botão para copiar dados do Serviço.
    • Botão de consultar estoque dos produtos da O.S em todas as empresas.
    • Data de Inicio e Fim do serviço ao Incluir ou Alterar o serviço.
  • Melhorias na tela de Pesquisa de Produtos: por Empresa e Alternar entre Ativo e Inativo.
  • Parâmetros para comparar estoque antes de Confirmar O.S.

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SiForm – Ferramentas e recursos desenvolvidos – 1º semestre de 2017.

  • WebForm – Painel do Vendedor, melhoria em algumas funcionalidades.
  • WebForm – Criação do Painel dos Formandos.
    • Extrato Financeiro.
    • 2ª via Boleto pelo Painel do Formando.
    • Agenda.
    • Entre outros Recursos.
  • Adicionar mais opções para Participação do Evento.
  • Relatório de Resumo de Recebimentos, que mostra o Evento e a conta que entrou o Crédito.

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SiEventos – Ferramentas e recursos desenvolvidos – 1º semestre de 2017.

  • Dashboard – Indicadores de Vendas e Faturamentos.
  • Tela de Cadastro de Tipo de Saída.
  • Função de Despacho de Álbuns.
  • Cadastrar uma diversificação do Tipo do Evento.
  • Gerar e Importar arquivo de cobrança via terceiro – [VIRTUA]

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