Rotina de Backup

Devido às altas temperaturas é comum computadores e em especial os discos (hd) de servidores que trabalham com alto processamento de dados apresentarem falhas ou mesmo danos irreversíveis.

Por isso é fundamental verificar a sua rotina de backup do sistema.

Faça o backup do sistema diariamente e se possível faça essa rotina mais de uma vez ao dia.

De preferencia realize o backup em um pen-drive ou mesmo em alguma nuvem, como Gmail, OneDrive.

Lembrando que se a empresa não possuir backup a F5 não conseguirá recuperar os dados, causando grandes transtornos.

Em caso de dúvida de como fazer o backup, cheque

 

Release SiOfi 2.0

Preparamos uma versão com várias melhorias, ajustes e correções. Segue abaixo as principais mudanças:

– Novo Status na Ordem de Serviço: foi adicionado um novo status na OS chamado Fechado. Esse status é intermediário e fica entre o status de confirmada e concluída (faturada). Esse novo status indica que o serviço já foi finalizado, porém a OS ainda não pode ser faturada. Enquanto a OS estiver nesse status não poderá ser adicionado ou alterado produtos ou serviços, podendo apenas ser modificado as formas de pagamento. Esse status também é opcional, não necessariamente precisará passar por ele, podendo pular do status de confirmado para concluída (faturada).

– Resumo do estoque na OS: para facilitar a separação das peças ou conferencia do estoque foi adicionado o botão estoque na aba de produtos da OS. Nessa tela será mostrado o endereço do estoque das peças e o saldo disponível dos produtos da OS. Em caso de falta de estoque, será marcado em vermelho o produto.

– Relatório de Ordem de Serviço: adicionado opção de filtrar vários status da OS em um mesmo relatório.

– Gerar nota fiscal de Venda Balcão(DS): opção de gerar nota fiscal a partir de uma venda balcão (DS) já realizada.

– Movimentação do produto: adicionado novo filtro de pesquisa e adicionado novas colunas com novas informações e adicionado a opção de impressão da movimentação.

– Alterar valores de tabela dos produtos na entrada: adicionado a opção de alterar os valores de tabela de cada produto logo após a entrada no estoque, facilitando assim a manutenção dos valores de tabela.

– Melhoria no controle de acesso às contas correntes: foi aprimorado o controle de acesso às contas-correntes no momento da baixa do contas a pagar ou contas a receber. O usuário precisará ter permissão configurada para que ele possa acessar a conta.

– Controle movimentação financeira: adicionado a opção de ordenação dos registros para facilitar a conciliação das contas. Foi adicionado também a opção de exibir o resumo dos créditos que entraram na conta agrupados por forma de recebimento.

– Nota promissória: será exibido o histórico do lançamento com número da OS, numero do DS ou o que estiver registrado no histórico lançamento.

– Relatório de contas a pagar/pagas: adicionado filtro por conta corrente.

– Relatório de contas a receber/recebidas: adicionado novo relatório agrupado por cliente. Adicionado também filtro por forma de recebimento.

– Relatório de cheque de terceiros: adicionado o filtro por data de emissão do cheque.

– Controle de alteração das tabelas: modificado o controle da alteração dos registros para que além da data seja gravado também a hora em que o registro foi criado ou modificado.

– Rotina de envio de email: foi adicionado a opção de configuração da conta que envia o email. Anteriormente só era possivel usar uma conta de email interna do sistema, agora poderá ser configurada qualquer conta de email que o cliente quiser.

 

 

NCM para Serviço – alterado para 00

A partir de hoje 01/09/2014, os servidores da SEFAZ não estão aceitando mais notas com NCM 99 para serviço.

Assim, é necessário que sejam atualizados o NCM dos serviços para 00.

Essa alteração pode ser feita diretamente na nota, clicando duas vezes sobre o serviço, porém recomendamos fazer também no cadastro do serviço, para que as novas notas não apresentem esse problema.

É importante salientar que em futuro próximo, a SEFAZ não irá aceitar NCM inválidos, tais como 99999999. Assim é fundamental fazer o cadastro do produto corretamente.

Abaixo, comunicado da SEFAZ:

Atenção: Obrigatoriedade de informação completa do NCM na NF-e

– O Ajuste SINIEF 22/13, publicado em 06/12/2013, estabelece que a partir de 01 de Julho de 2014 a identificação das mercadorias na NF-e deverá conter o seu correspondente código estabelecido na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) completo, não sendo mais aceita a possibilidade de informar apenas o capítulo (dois dígitos). Serão implementadas regras de validação para exigir, em um primeiro momento, o preenchimento de oito dígitos no campo relativo ao código NCM. Em futuro próximo será implementada outra verificação, e somente serão aceitos valores de NCM que existam na tabela correspondente, publicada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC. Sendo assim, as NF-e emitidas com apenas dois dígitos serão rejeitadas a partir de 1/8/2014, excetuam-se da validação o NCM “00”, para caso de item de serviço ou de item que não tenha produto, como transferência de crédito, crédito do ativo imobilizado, entre outros.

Classificação Fiscal (NCM) e a sua importância

Com certeza muitos contribuintes e usuários de documentos fiscais não sabem a importância da correta classificação e informação da NCM, ou melhor, alguns nem sabem o que é de fato e o que significa no mundo fiscal esse tal de NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul).

Na prática o NCM começou a ser adotada em janeiro de 1995 entre os países integrantes do MERCOSUL tendo como base SH (Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias), que resultou na sigla NCM/SH.

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Sendo que o SH representa um método internacional de classificação de mercadorias que contém uma relação de códigos com a descrição de características específicas dos produtos, que foi desenvolvido pela Organização Mundial de Comércio (OMC) e usado pela Organização Mundial das Alfândegas (OMA).

O NCM é formado por oito dígitos, sendo que os seis primeiros representam classificações do SH e os dois últimos dígitos são parte das especificações próprias do Mercosul.

Devemos observar que a Classificação fiscal está diretamente relacionada às alíquotas incidentes na comercialização e circulação de mercadorias, como Imposto de Importação (II), imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), além do mais serve como identificador de mercadorias que são contempladas com benefícios fiscais com alíquotas diferenciadas, reduções ou isenções, regimes aduaneiros especiais, etc.

A penalidade devida para um enquadramento errôneo na classificação fiscal representa 1% sobre o seu valor e em casos de recolhimento a menor representa 75% da diferença do imposto ou contribuição no caso de declaração inexata, lembrando também que é com base na classificação do NCM que o fisco estadual se orienta quando da concessão de benefício fiscal ou aplicação de substituição tributária.

Sem contar que nos casos de importação e exportação de produtos quando é identificado algum erro de classificação do NCM, haverá a retenção da carga por longo tempo e a possibilitando da fiscalização proceder ao levantamento dos últimos cinco anos de movimentação do contribuinte.

Nesse sentido, é importante perceber que qualquer deslize ou informação equivocada da NCM seja no momento de classificação fiscal, preenchimento de documentos fiscais ou desembaraços aduaneiros, pode trazer graves consequências financeiras para o contribuinte, pois esta displicência poderá impactar em recolhimento a menor ou maior, sem contar o risco de responder solidariamente por erros cometidos por fornecedores quando da emissão da NF-e de venda e consequentemente, pela não conferencia dos documentos por parte do recebedor, pois devemos ter em mente que muitas empresas classificam tendenciosamente seus produtos em outros códigos para fugir do regime de substituição tributária ou forçosamente fazer com que seu produto recaia numa MVA menor.

No campo econômico a utilização da NCM é fundamental para que o Governo consiga balizar e estabelecer políticas de defesa comercial (medidas antidumping e compensatórias), acompanhamento da valoração aduaneira e estabelecer dados estatísticos de valores das mercadorias importadas e também, para atender a Lei 12.741/12 (Lei da Transparência) o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) passou a adotar o NCM como parâmetro para a elaboração dos cálculos da carga tributária envolvida em cada operação, e assim poder determinar a incidência dos impostos envolvidos em cada item da Nota Fiscal.

Mas não é só por isso que o NCM e tão importante, devemos constatar também que com o avanço do Projeto SPED todas as informações transmitidas ao fisco estadual e federal aumentou consideravelmente a exposição fiscal das empresas através da transparência dos dados tendo com isso, exigido cada vez mais dos contribuintes na busca constante da segurança fiscal e operacional focando na qualidade e precisão das informações tanto de valores como de códigos, de maneira que ao serem submetidos ao sistema de validações e cruzamentos consigam passar pelo cheque entre todas as declarações.

Por último, devemos lembrar que o fisco estadual estabeleceu recentemente através do Ajuste SINIEF 22/13 que a partir de 01 de julho de 2014 a identificação das mercadorias na NF-e deverá conter o seu correspondente código estabelecido na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) completo, não sendo mais aceita a possibilidade de informar apenas o capítulo (dois dígito), o que causará a rejeição das respectivas NF-e emitidas desta forma a partir de 01/08/2014.

Sendo que em um primeiro momento, serão implementadas regras de validação para exigir o preenchimento de oito dígitos no campo relativo ao código NCM e posteriormente será aplicada outra forma de verificação, e neste caso só serão aceitos valores de NCM que existam na tabela da TIPI.

Release SiEmpresarial – Versão 1.520

Nessa nova versão, foram adicionadas as seguintes funções:

– Cadastro de Kits: opção do gestor cadastrar um kit com vários produtos e a forma de calculo do sua quantidade e preço de venda, facilitando assim a inclusão de produtos que são sempre vendidos em lote.

– Pedido de Venda: novas formas de inclusão de produtos no pedido. Através do Kit e através da Inclusão +, onde o usuário irá digitar o produto e quantidade, agilizando o processo de inclusão de produtos no pedido.

– Pedido de Venda: adicionado um grid aonde serão exibidas as parcelas no contas a receber quando o pedido já estiver sido faturado.

– PDV/Venda Balcão:melhorias no processo de venda através de PDV, inclusão de novas formas de impressão do cupom.

– Sugestão de Compra: nova tela que agiliza o processo de compras. Nessa tela o sistema irá calcular através do histórico de demanda a quantidade ótima para reposição de estoque.

– Documento Saída (Venda): melhorias na tela e na forma de pesquisar os documentos de saída efetivados.

– DRE por período: nova forma de exibição por período. Nessa tela o usuário poderá informar uma data diferente da data comum do fechamento do mês.

Release SiEmpresarial – 1.0.420

Foram adicionadas as seguintes funções nessa versão:

– Nota fiscal eletrônica: inclusão do campo valor dos tributos nos totais da nota (DANFE) para atender a legislação. O sistema já vinha imprimindo o valor total dos tributos nos dados adicionais, mas agora também irá exibir no campo especifico;

– Cadastro de produto: foi reconfigurado e adicionado novos campos para atender as novas exigências da Nfe, conforme comunicado enviado anteriormente (http://www.f5sistemasdegestao.com.br/suporte/?p=335). Os dados sobre tributação foram segmentados em uma unica aba do cadastro do produto denominada “Valores Fiscais”. Todos esses campos devem ser informados corretamente, de acordo com as orientações do seu contador, para que não haja problemas no momento da emissão da nota fiscal;

– Cadastro de Classificação fiscal (NCM): com o intuito de facilitar o cadastro dos dados fiscais de cada produto foi criado o cadastro do NCM. Nele, a empresa poderá cadastrar por NCM os dados padrões dos produtos como CST, CSOSN, PIS, COFINS, etc. Assim, no momento do cadastro do produto, esses valores serão preenchidos automaticamente, facilitando o trabalho do dia a dia;

– Novos campos na entrada de nota fiscal: foram adicionados novos campos na tela de entrada para o estoque. O sistema também irá fazer algumas análises para verificar se os valores de tributação informados na entrada estão corretos.

– Adicionado os campos de valor do desconto e valor do acréscimo no pedido de venda. Esses valores serão migrados para a nota em caso de faturamento.

– Adicionado cadastro de Ativos. Todos os ativos cadastrados serão exibidos no balando gerencial no item Imobilizado;

– Melhorias no controle de movimentação financeira;

– Adicionado relatório de faturamento;

– Adicionado informativo ao usuário no momento da baixa do contas a receber e do contas a pagar em caso de lançamento com data retroativa.

– Correção dos valores dos pedidos confirmados do gráfico de vendas;

– Correção na exibição dos grupos do DRE;

– Correção do recebimento em lote, não exibindo lançamentos cancelados;

Release SiForm – 1.0.660

Nessa nova versão, foram adicionadas as seguintes correções e funcionalidades:

Envio de email: rotina de envio de email, que inclui o envio de senha do webform, envio de email de cobrança e também envio de comunicados para os participantes do evento foi remodelada. Agora não é mais necessário ter o Outlook instalado no computador do usuário. O sistema irá usar uma rotina própria. Cadastre o email de cada usuário do sistema em cadastro de usuários. Os email enviados pelo sistema também ficarão registrados para consulta em rotina, consulta log de emails.

Cadastro de formando: correção de campo telefone para poder aceitar mais dígitos, em especial, o acréscimo do numero 9 para os celulares.

 

Release SiOfi – 1.0.820

Nessa nova versão foram adicionadas as seguintes funcionalidades:

– Nota fiscal eletrônica: inclusão do campo valor dos tributos nos totais da nota (DANFE) para atender a legislação. O sistema já vinha imprimindo o valor total dos tributos nos dados adicionais, mas agora também irá exibir no campo especifico

– Cadastro de clientes – limite de credito: foi adicionado a rotina de inclusão de limite de crédito por cliente. Para informar o limite de crédito do cliente, abra o cadastro no pessoas e clique no botão credito. Em seguida informe o limite. Por padrão todos os cadastros estão com esse campo com o valor 0 (zero), o que indicará para o sistema que o cliente não possui limite de credito. O limite do credito do cliente será analisado no momento da conclusão da OS. Caso não tenha limite suficiente, o sistema não irá permitir a conclusão da OS para as vendas a prazo, exceto no caso de vendas a prazo no cartão de crédito. O usuário também poderá acompanhar o limite disponível do cliente no momento da abertura da OS, no campo onde são informados o histórico do cliente (rodapé).

– Cadastro de produto: foi reconfigurado e adicionado novos campos para atender as novas exigências da Nfe, conforme comunicado enviado anteriormente (http://www.f5sistemasdegestao.com.br/suporte/?p=335). Os dados sobre tributação foram segmentados em uma unica aba do cadastro do produto denominada “Valores Fiscais”. Todos esses campos devem ser informados corretamente, de acordo com as orientações do seu contador, para que não haja problemas no momento da emissão da nota fiscal.

– Cadastro de serviços: também foram adicionado novos campos necessários para a emissão correta da NFe.

– Cadastro de Classificação fiscal (NCM): com o intuito de facilitar o cadastro dos dados fiscais de cada produto foi criado o cadastro do NCM. Nele, a empresa poderá cadastrar por NCM os dados padrões dos produtos como CST, CSOSN, PIS, COFINS, etc. Assim, no momento do cadastro do produto, esses valores serão preenchidos automaticamente, facilitando o trabalho do dia a dia.

– Conclusão de OS à vista: para casos de conclusão de OS à vista, o sistema irá exigir que seja informado a conta aonde será creditado o valor recebido desta venda a vista, e  então o sistema irá dar baixa no contas a receber automaticamente.

– Envio de emails pelo sistema: foi criado um log de envio de emails pelo sistema. Para acessa-lo, vá em rotinas, consulta log de emails enviados. Foi melhorado também a rotina de envio de e-mail, para minimizar os problemas de resposta dos emails enviados.

– Dashboard: adicionado uma linha com novos indicadores, apresentando o total de venda de produtos, total de venda de serviços e se houve acréscimos ou descontos.

– Pesquisa de produto: aumento da performance da pesquisa de produto na inclusão do produto na OS ou na inclusão de produto na entrada. Agora está mais rápida. Também é possível pesquisar pelo código interno do produto.

– Baixa manual contas a receber e contas a pagar: a baixa está mais rápida. Os campos serão preenchido de acordo com os mais usados.

– Novos campos na entrada de nota fiscal: foram adicionados novos campos na tela de entrada para o estoque. O sistema também irá fazer algumas análises para verificar se os valores de tributação informados na entrada estão corretos.

Novas Regras para emissão de Nota Fiscal

Devido as novas exigências da SEFAZ quanto a emissão de Nota Fiscal, principalmente da Nota Fiscal Eletrônica, a partir da próxima versão, o Sistema irá exigir que os campos que dizem respeito a tributação estejam preenchidos corretamente. Segue abaixo essas regras:

CST (ICMS)

Deverá ser usado a tabela de referencia do CST do ICMS, que corresponde os códigos 000, 010, 020, 030, 040, 041, 050, 051, 060, 070, 090.

Não poderá ser usado o código CSOSN (p.e. 102,202,500) nesse campo.

CSOSN (CST para simples nacional)

Esse campo deverá ser preenchido pelas empresas optantes pelo simples nacional. Anteriormente, o sistema fazia a conversão automática, porém devido as diversas formas de interpretação contábil desse campo, o usuário deverá preenche-lo. Em caso de duvida, entre em contato com o seu contador.

As tabelas de CST e CSOSN podem ser obtidas nesse post: http://www.f5sistemasdegestao.com.br/suporte/?p=124

CST PIS/COFINS

Deverá ser informado nos cadastros de produtos qual o CST do PIS e qual o CST do COFINS, e a sua respectiva alíquota de tributação. Anteriormente, o sistema estava informando o CST 99 para ambos os casos, porém na próxima versão deverá ser informado o código correto para esse campo. Por via de regra, empresas optantes pelo simples nacional operam com a CST 49 e alíquota zero. Entretanto, confirme com seu contador essa informação.

Serviço

Alem de informar o CST, CSON, CFOP, PIS e Cofins, também deverá ser informado no cadastro do serviço, o NCM e o Código do Serviço para Nfe (cListServ).

A tabela do código do serviço para nfe fica disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp116.htm

Importante ressaltar que os campos CST, CSOSN, CFOP, CSTPis e CSTCofins informados no cadastro do produto serão usados no caso de operação de Venda. Para outras operações como transferência, transporte, devolução, entre outras, esses valores devem ser alterados para atender as exigências fiscais. Esses valores podem ser alterados diretamente na nota fiscal e não no cadastro do produto.

 

Rejeição Nfe: cProdANP

Ao tentar transmitir uma NFe o seguinte erro ocorre:

## 1. ‘cProdANP’: Código de produto da ANP. codificação de produtos do SIMP (http://www.anp.gov.br)

Os produtos do tipo combustíveis e lubrificantes, com o CFOP 5.651 ao 5.666 devem conter em seu cadastro o código ANP, que poderá ser incluído na aba valores fiscais do cadastro do produto.

O padrão para o seguimento automotivo é o código 620505001, porém em caso de dúvida, entre em contato com o seu contador.